Recente no Brasil, a Nutrição Funcional conta com o The Institute For Functional Medicine e com o respaldo científico de diversos estudos realizados principalmente na Europa e nos EUA.
A Nutrição Funcional é uma maneira de prevenir e tratar desordens crônicas complexas através da detecção e correção das “inadequações” que ocorrem de acordo com a individualidade genética em cada um de nós.
Alguns exemplos: enquanto um indivíduo é alérgico a camarão o outro não é. Enquanto para um o café pode gerar dor de cabeça e insônia, para outro não. Enquanto um necessita de mais zinco (ex: 25mg) para produzir ácido suficiente em seu estômago, o outro precisa de menos (ex.: 10mg). Enquanto um precisa de mais ômega 3 para manter os triglicerídeos e o HDL em níveis adequados, o outro precisa de menos.
A Nutrição Funcional rastreia os sintomas, sinais e características de cada paciente e os relaciona a situações de carência ou excesso de determinados nutrientes.
A obesidade é uma “doença inflamatória” que deve ser tratada não pela contagem de calorias ou de açúcares consumidos, mas pela escolha dos alimentos de acordo com as características individuais.
Os desequilíbrios nutricionais desencadeiam “processos alérgicos” tardios, que acabam por provocar doenças crônicas como a obesidade, depressão, fibromialgia, artrite reumatóide, síndrome do pânico, osteoporose, diabetes, distúrbios de comportamento e hiperatividade infantil, entre outras.
Dietas generalizadas e contagem de calorias não fazem mais sentido.